Computação cognitiva e Inteligência Artificial: qual seu impacto no mercado?

computação cognitiva
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A transformação digital é uma realidade e as empresas que querem se destacar precisam saber aproveitar essas oportunidades. Caso contrário, dados vão ser apenas informações desperdiçadas diariamente pela sua empresa. Dentro de uma cultura data driven, existem conceitos que podem ser aplicados para entregar uma experiência melhor ao cliente, como a computação cognitiva.

Seja para identificar com maior precisão o momento exato para adotar uma nova estratégia, seja para entregar uma solução com maior valor agregado. O uso dessa tendência — que pode trabalhar em conjunto com a Inteligência Artificial, por exemplo — garante inúmeros benefícios. Se bem executados, esses avanços podem representar um melhor desempenho de toda a sua organização.

Mas, para saber como aproveitar essas tendências, é preciso conhecê-las, certo? Que tal, então, tirar as suas dúvidas sobre o assunto e entender um pouco mais sobre como computação cognitiva e Inteligência Artificial se relacionam, se diferenciam e como podem ser trabalhadas em conjunto? É só continuar a leitura deste artigo para descobrir essas respostas. Confira!

Qual a relação entre computação cognitiva e Inteligência Artificial?

Os muitos termos que surgem com os avanços tecnológicos podem se misturar e até mesmo soar repetitivos. Quando falamos em computação cognitiva, muitas pessoas podem confundir o termo com Inteligência Artificial. A verdade é que, apesar de muito parecidos, existem diferenças bastante significativas entre eles. O que permite, por um lado, o trabalho em conjunto entre eles.

Para isso, porém, é preciso saber, na prática, o que cada um dos conceitos significa. Confira!

Computação cognitiva

A cognição representa a capacidade psicológica do ser humano de adquirir conhecimento. Quando levamos para a computação, isso significa permitir que uma máquina aprenda com as informações que ela recebe regularmente. Em vez de ser apenas programado a executar determinada função, esse conceito representa a possibilidade da máquina se aperfeiçoar com o tempo e os dados.

Inteligência Artificial

A partir da tecnologia e da informática, a Inteligência Artificial tem como principal objetivo permitir que máquinas e dispositivos consigam simular a capacidade do ser humano de pensar, avaliar e tomar decisões mais embasadas. A máquina é ensinada a seguir certos comportamentos a partir dos dados. Assim, é possível interpretá-los de forma ainda mais precisa.

Como as tecnologias se diferenciam?

Mas, então, como os dois conceitos se diferenciam? Apesar de ambos estarem relacionados com a capacidade de dispositivos de tomar decisões, os processos têm algumas diferenças importantes. Na Inteligência Artificial, o humano ensina a máquina como ela deve agir em determinadas situações. Ao identificar o cenário, elas oferecem respostas relacionadas.

Enquanto isso, como funciona a computação cognitiva? De forma direta: o mais próximo possível de um cérebro humano. Ou seja, a máquina passa a desenvolver a capacidade de aprendizado. Em vez de apenas repetir um comando, ela consegue aprender com cada situação e utilizar esse conhecimento para solucionar momentos mais complexos que exigem maior racionalização.

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Como os dois conceitos melhoram os processos?

O uso de dados e informações relevantes se torna cada vez mais importante, certo? Mas o que isso tem a ver com a computação cognitiva e a Inteligência Artificial? Com a aplicação desses conceitos, as máquinas passam a oferecer insights mais valiosos para uma empresa. A partir da análise preditiva, por exemplo, é possível identificar a hora de uma troca de equipamentos.

Além disso, tarefas mais burocráticas e operacionais passam a ser executadas com maior perfeição pelas máquinas. Como consequência disso, você e a sua equipe têm mais tempo para se concentrarem em tarefas mais estratégicas. Ou seja, ações que impactem diretamente no relacionamento com o consumidor, por exemplo.

Como essa combinação contribui para a nova experiência do cliente?

Por muito tempo, o achismo prevaleceu dentro das empresas. Ou seja, decisões com pouco ou nenhum embasamento teórico eram tomadas, colocando o futuro de uma organização em xeque. A era das suposições é substituída por avaliações e análises mais criteriosas, que se utilizam de inúmeros dados e informações, por exemplo, para compreender o comportamento do consumidor.

Quando as duas tendências são combinadas, isso se torna ainda mais sensível. Em vez de funcionar apenas em determinados cenários programados previamente, agora é possível contar com uma participação mais ativa — e precisa — dessas informações. Elas passam a ser interpretadas e transformadas, por exemplo, em insights valiosos para o seu negócio.

O principal deles, sem dúvidas, é relacionado ao comportamento dos consumidores. A máquina passa a compreender como o cliente se comporta e, assim, pode indicar o melhor caminho para certas decisões. Desde a segmentação desses usuários até os conteúdos mais indicados para conseguir causar um maior impacto no usuário, tudo pode ser aprimorado com esses conceitos.

Quem utiliza a computação cognitiva com sucesso?

Para compreender melhor um conceito, nada melhor do que acompanhá-lo na prática, certo? Saber quem está utilizando a computação cognitiva com eficiência é, portanto, o caminho mais indicado. Quando esse é o assunto, a AURA, plataforma da Vivo que combina os dois conceitos, é uma referência. A partir de uma experiência única, a ferramenta revolucionou o atendimento.

Desde perguntas mais básicas — como a solicitação de 2ª via de uma fatura ou o consumo de dados móveis — até a solicitação de uma recarga. Tudo isso pode ser feito a partir do contato com a ferramenta da Vivo. As informações coletadas ao longo das comunicações se tornam ferramentas valiosas para entender mais sobre o consumidor e entregar uma experiência mais personalizada.

A computação cognitiva pode ser, portanto, uma excelente ferramenta para se diferenciar dos seus concorrentes e aprimorar a experiência do consumidor. A longo prazo, é uma forma de entender ainda mais quem está do outro lado e conseguir sempre se aprimorar. Aproveitar recursos como os dois conceitos abordados vai permitir a inovação dos processos e, é claro, melhores resultados.

Agora que você já sabe o que é a computação cognitiva, as suas diferenças em relação à inteligência artificial e como ela torna a experiência do cliente ainda melhor, que tal continuar sempre bem informado? Assine a nossa newsletter e receba conteúdos como este diretamente em seu e-mail!

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